Download do artigo original, na íntegra (683 kb).Resumo
Atualmente, os processos automatizados de calibração se fazem presentes para uma ampla gama de equipamentos que apresentem uma interface de
comunicação com o computador. Tais processos possibilitam a automação integral da coleta de dados durante o processo de uma calibração.
Contudo, nem todos os equipamentos disponíveis no mercado possuem formas de comunicação compatíveis com um computador, o que resulta, em termos de calibração, em um processo realizado manualmente por um metrologista, que pode se tornar lento e caro.
No processo manual de calibração, as funções atribuídas a um metrologista resumidamente poderiam ser expostas da seguinte maneira:
1. configuração ou setup dos equipamentos utilizados;
2. realização das conexões entre padrão e unidade sob teste;
3. geração de valores de referência;
4. realização das leituras, registrando os valores indicados no equipamento sob teste, numa planilha eletrônica ou em papel;
5. cálculo dos valores de incerteza;
6. apresentação dos resultados;
Sendo assim, uma vez automatizada esta seqüência de rotinas, têm-se conseqüências positivas, tais como diminuição do tempo consumido para execução da medida, diminuição da probabilidade da ocorrência de erros de operação e aumento do tempo produtivo do metrologista.
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